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sexta-feira, 12 de março de 2010

"JESUS DE NAZARÉ": EXPECTATIVA PELA SEGUNDA PARTE

Roma, 12 mar (RV) - A segunda parte do livro de Bento XVI “Jesus de Nazaré” abordará a plena aplicação da 'Dominus Iesus’, declaração sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja, publicada em 2000 pela Congregação para a Doutrina da Fé, presidida pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.

A revelação foi feita à Agência Zenit pelo Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, no contexto do congresso de estudo sobre 'Dominus Iesus', organizado pelo Ateneu Pontifício Regina Apostolorum de Roma.

Em sua palestra “A Dominus Iesus na vida da Igreja de hoje”, o cardeal espanhol qualificou a declaração da Santa Sé como um “documento profético”, pois ressalta que Jesus é o único redentor. Dom Antonio Cañizares criticou ideologias relativistas que indicam que a revelação de Jesus Cristo deva ser complementada com as doutrinas de outras religiões: “isto seria contrário à fé católica” – assegurou.

A primeira parte do livro “Jesus de Nazaré” foi publicada em 2007. Na obra, o Papa analisa passagens bíblicas como o batismo de Jesus, o evangelho do Reino de Deus, o Sermão da Montanha, o Pai Nosso, os discípulos, as parábolas e as grandes imagens do Evangelho de São João. Há também referências à confissão de Pedro e à transfiguração; e aos nomes com os quais Jesus se refere a si mesmo.

A expectativa é que a segunda parte seja publicada até o fim de 2010.
(CM)

Fonte: Rádio Vaticano

Cardeal Cañizares celebra missa na solenidade de Todos os Santos, 1º de novembro de 2009, em Roma.

ROMA, quinta-feira, 11 de março de 2010 (ZENIT.org).- A segunda parte do livro “Jesus de Nazaré”, de Bento XVI, cuja publicação está prevista para este ano, será “a aplicação plena da declaração ‘Dominus Iesus”, segundo revelou hoje o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, cardeal Antonio Cañizares Llovera.

O purpurado espanhol interveio no congresso de estudo sobre a declaração ‘Dominus Iesus’, organizada pelo Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, de Roma.

A ‘Dominus Iesus, que fala sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja, foi publicada há 10 anos pela Congregação para a Doutrina da Fé, cujo prefeito era o então cardeal Joseph Ratzinger.

O cardeal Cañizares, em sua conferência “A Dominus Iesus na vida da Igreja de hoje”, qualificou a declaração da Santa Sé como um “documento profético”.

Tal documento ressalta como Jesus é o único redentor e considera “contrário à fé católica” assegurar que a revelação de Jesus Cristo deva ser complementada com as doutrinas de outras religiões, como indicam algumas ideologias relativistas.

O purpurado indicou que a pergunta central, que está por trás desta declaração, é a que o próprio Jesus Cristo fez aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?” (Lc 9, 18); e assegurou que Jesus Cristo não é “o que os homens dizem, pois isso dá margem a muitas interpretações e diversas opiniões”.

Cañizares Llovera indicou como o relativismo muitas vezes ofusca o verdadeiro rosto de Jesus Cristo e penetra em “novas teologias de amplíssima difusão”.

“Em muitos lugares, não existe a preocupação direta por este anúncio de Cristo”, advertiu o purpurado, reconhecendo que isso “é o reflexo de uma situação não só cultural, mas da própria Igreja que precisa de uma fé renovada em Jesus Cristo”.

A Dominus Iesus assegura que a Igreja considera as religiões do mundo com profundo respeito, mas esclarece que nem por isso se deve proclamar que todas são iguais.

Também indica, como igualmente faz a primeira parte de “Jesus de Nazaré”, que é contrário à fé cristã introduzir qualquer separação entre o Verbo feito carne e o Jesus histórico.

A primeira parte do livro “Jesus de Nazaré” foi publicada em 2007. Nela, Bento XVI analisa algumas passagens bíblicas, como o batismo de Jesus, o evangelho do Reino de Deus, o Sermão da Montanha, o Pai Nosso, os discípulos, as parábolas e as grandes imagens do Evangelho de São João. Também se refere à confissão de Pedro e à transfiguração; e, por último, dedica-se aos nomes com os quais Jesus se refere a si mesmo.

O Pe. Federico Lombardi, SJ, porta-voz da Santa Sé, disse, em setembro de 2009, que a publicação da segunda parte do livro de Bento XVI está prevista para a próxima primavera boreal. Nela, o Papa narrará os anos vitais de Cristo, incluídas sua Paixão e Morte.

Fonte: Fratres in Unum

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A Nova Ordem.

Por Cardeal Antonio Cañizares Llovera

De instâncias influentes se pensa e trabalha por uma Nova Ordem. Pretende-se levar a cabo, com implacável engenharia social, uma mudança cultural de grande envergadura, um grande projeto para uma nova identidade. Digam ou não, no fundo, se está tratando de construir um mundo em que já não há nada verdadeiro, nem bom, nem valioso, nem justo em si e por si mesmo, nada transcendente, nem nada que esteja acima de nós. O relativismo se apropria da cultura e das mentes.

A negação da verdade e do bem é o motor que impulsiona um processo de expulsão de Deus e da religião do âmbito público. Se o bem e a verdade não podem ser conhecidos, então somente se pode ligar a lei a um sentido procedimental; isto é, a lei vem a ser uma maneira de se entender os homens, de viver em comunidade sem se matar, de garantir um marco onde cada indivíduo possa realizar seu “plano de vida” sem causar dano aos outros. Graças a este primeiro passo — relativista — a religião fica reduzida ao âmbito do privado. Há um segundo passo. A visão contratualista da sociedade se torna absoluta, porque o Estado não tem limites. Não há Deus, não há lei natural, não há nenhuma verdade sobre o bem que esteja acima da vontade do Estado. É um Estado absoluto. A liberdade do indivíduo é ilimitada, segundo esta concepção filosófica. Cada homem é livre para fazer o que quer. Não há nenhuma lei superior que indique o que se pode ou não realizar. Contudo, para tornar possível a vida na sociedade se realiza um pacto, através do qual cedemos nossos ilimitados direitos ao Estado. Ele velará para que estes direitos ilimitados possam ser realizados, assegurando ao mesmo tempo solidariedade e segurança. Pois bem, se não existe uma verdade última que guie e oriente a ação política, as idéias e as convicções humanas podem ser instrumentalizadas para fins de poder. O pluralismo supostamente é aceito, mas com exceção daqueles que crêem conhecer a verdade. Estes não podem ser aceitos porque são um perigo para a democracia.

Essa situação é real, a temos instalada em certos âmbitos do poder, e se estende sobretudo entre os setores jovens, ante a passividade ou a resignação, como se nada ocorresse. O que está em jogo por detrás de tudo, o digo uma vez mais, é um mundo com Deus ou sem Deus. Nesta ausência de Deus se funda a crise de nossa cultura. Por isso mesmo, só se superará tal crise se desaparecesse esse “silêncio ou ausência” de Deus, se o homem voltar a Deus, ou se devolver a Deus o lugar vital e central que lhe corresponde no coração, no pensamento e na vida do homem. Não acuso a ninguém; menos ainda condeno alguém — tampouco à sociedade que tem costas-largas –. Sei que dizer isso é nadar contra a corrente, “não está nada moda”. Mas não posso nem devo falar com palavras aduladoras. É muito, é tudo, o que aqui está em jogo. Não esqueço de São Paulo, para quem “a verdade era muito grande para se estar disposto a sacrificá-la em benefício de um êxito externo. Para ele, a verdade que havia experimentado no encontro com o Ressuscitado merecia, pelo contrário, a luta, a perseguição e o sofrimento. Mas o que o motivava no mais profundo era o fato de ser amado por Jesus Cristo e o desejo de transmitir aos demais este amor. São Paulo era um homem capaz de amar, e todo seu trabalhar e sofrer se explicam a partir deste centro” (Bento XVI).

Fonte: La Razón – 24 de fevereiro de 2010

Agradecimentos à leitora Natália Prado pela indicação do artigo.

Vsito em: Fratres in Unum

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Prefeito solicita universalização da Festa de Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote

O Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Cañizares, encaminhará ao Santo Padre o pedido para que insira no calendário universal da Igreja a Festa de Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote. A festividade é celebrada na primeira quinta-feira após Pentecostes que, em 2010, ocorre em 27 de maio. O corrente Ano Sacerdotal pareceu ao Prefeito do Culto Divino a ocasião propícia à universalização desta celebração litúrgica.

Na verdade, é provável que o pedido já tenha sido feito e que tenha sido bem recebido pelo Santo Padre. Se não me equivoco, nos próximos dias teremos o solene anúncio da decisão pontifícia e a exposição de razões bíblicas, teológicas, litúrgicas e pastoraais que justificam a oportunidade de sua inclusão no calendário universal da Igreja.

Faço votos que esta iniciativa do Cardeal Cañizares seja coroada de êxitos.

Fonte: OBLATVS

Card. Cañizares Will Ask for the Extension of the Feast of Jesus Christ the Eternal High Priest to the Entire Church


His Eminence Antonio Cardinal Cañizares Llovera, Prefect of the Congregation for Divine Worship and the Discipline of the Sacraments, announced this monday his intention to ask the Holy Father, in this Year for Priests, to extend the Feast of Jesus Christ the Eternal High Priest (D.N.J.C. Summi et Æterni Sacerdotis) to the Entire Church (source: Religión Confidencial). The feast is currently celebrated in Spain on the Thursday after Pentecost by concession of Paul VI. The concession is from 1970, and had been petitioned for by the then Archbishop of Valencia José María García Lahiguera, the "Apostle of the Priests", who helped the persecuted priests of Madrid during the Spanish civil war, founded in 1938 the Oblate Sisters of Christ the Priest dedicated to prayer and sacrifice for the sanctification of the priests, and whose process of beatification was opened in 1995.

A Mass de D.N.J.C. Summo et Æterno Sacerdote was first introduced, as a votive Mass for Thursdays, under Pius XI and announced in his Encyclical Ad Catholici Sacerdotii of 1935, and remains as such in the Missale Romanum of the Extraordinary Form. It is also contained as a votive Mass in the Roman Missal of the Ordinary Form. Fr Mark of Vultus Christi has a comparison of the two Mass formularies.

Fonte: NLM

domingo, 10 de janeiro de 2010

EL CARDENAL CAÑIZARES CELEBRA LA SANTA MISA TRADICIONAL EN LA BASÍLICA DE SAN JUAN DE LETRÁN

Ayer por la tarde, en la Basílica de San Juan de Letrán de la ciudad de Roma, el Cardenal Cañizares LLovera, Prefecto de la Congregación para el Culto Divino y la Disciplina de los Sacramentos, celebró la Santa Misa conforme al Uso Extraordinario en el marco de la Conferencia de Clérigos con motivo del Año Sacerdotal.

Introíbo ad altáre Dei




Proclamación del Santo Evangelio


Ofertorio



Consagración


Sagrada Comunión

Bendición final

Fonte: Fraternidad de Cristo Sacerdote y Santa María Reina

Clergy Conference in Rome: Video of Solemn Pontifical Mass of Cardinal Canizares Llovera, Lateran Archbasilica [Updated]

John Sonnen thankfully captured some of the Mass of Cardinal Canizares in the Lateran in video format, providing us the opportunities to see some of the sights and sounds of the liturgy better. (I would also make note that the photos on the original post have just been updated with colour corrected versions.)



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UPDATE


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Fonte: NLM