sábado, 20 de fevereiro de 2010

Consistory on Several Causes of Canonization

Today (19/02/10), His Holiness Pope Benedict XVI held a Public Ordinary Consistory for the Vote on Several Causes of Canonization in the Hall of the Consistory of the Vatican Apostolic Palace. Liturgically, this takes place within the celebration of the Hour of Sext. The Blessed to be canonzed are:

- Stanislaus Soltys (Kazimierczyk), Polish Priest of the Canons Regular of the Lateran (1433-1489).

- André (Alfred) Bessette, Canadian professed religious of the Congregation of the Holy Cross (1845-1937).

- Candida María de Jesús (Juana Josefa) Cipitria y Barriola, Virgin, Spanish foundress of the Congregation of the Daughters of Jesus (1845-1912).

- Mary of the Cross (Mary Helen) MacKillop, Virgin, Australian foundress of the Sisters of St. Joseph of the Sacred Heart (1842-1909).

- Giulia Salzano, Virgin, Italian foundress of the Congregation of Sisters Catechists of the Sacred Heart (1846-1929).

- Battista (Camilla) Varano, Virgin, professed nun of the Order of Poor Clares and foundress of the monastery of St. Clare in the Italian town of Camerino (1458-1524).

Here are some images of the Consistory from photovat.com. Msgr. Marini arriving, with an Augustinian of the Papal Sacristy bringing the pontifical stole:



Other papal MCs arriving:


Participants of the Consistory arriving. Archbishop Raymond Burke:




The Pope wore a stole with the arms of Pope Benedict XV:







Archbishop Amato, Prefect of the Congregation for the Causes of the Saints, addressing the Holy Father:




Fonte: NLM

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dom Bernard Fellay: humanamente, os acordos com Roma são impossíveis… mas a Igreja não é humana.

Na festa da Purificação da Virgem (Candelária, 2 de fevereiro), Mons. Fellay impôs a batina a treze novos seminaristas franceses da FSSPX (por certo, um número superior aos ingressos no seminário de quaqluer diocese francesa). Durante a homilia, que pode ser escutada neste link, o Superior geral da Fraternidade tratou também do tema dos diálogos com Roma. Eis uma paráfrase dos conceitos expressos por Mons. Fellay:


“Quando se olha as tendências e pensamentos que circulam e dominam na Igreja atualmente, se tem a impressão de que nossa cerimônia de hoje não tem pontos em comum. Como é possível que tantas coisas tenham mudado? E quando escutamos, inclusive de Roma, que nada mudou, é para se ficar estupefato. Também a Missa: basta abrir os olhos para ver se é ou não sempre a mesma. Reconhece-se todavia a Jesus como Filho de Deus? O terremoto sacudiu a Igreja desde seus alicerces. E então, se pergunta, chegar-se-á a um resultado nas discussões com Roma, teremos logo um acordo? Francamente, sinceramente, humanamente falando, não vemos chegar este acordo. O que quer dizer acordo? Sobre o que estamos de acordo? Sobre o fato de que só através da Igreja temos os meios de salvação?”.

“Se nós discutimos — não negociamos, discutimos — é na esperança de que esta verdade, que proclamamos aos máximos níveis da Igreja, toque os corações: já que temos os meios para abrir a boca, temos o dever de abri-la. Isso não quer dizer malbaratar a verdade para tratar de encontrar um caminho intermediário; absolutamente não, pelo contrário. Então, humanamente, não chegaremos nunca a um acordo; sim, humanamente não chegaremos a um acordo, por como vemos as coisas agora, humanamente não serve para nada. Mas quando falandos da Igreja, não falamos humanamente. Falamos de uma realidade sobrenatural à qual Nosso Senhor prometeu que não sucumbirá, contra a qual as portas do inferno não prevalecerão. E, portanto, ainda que estejamos diante de uma realidade difícil e contraditória, nós sabemos que as coisas estão nas mãos de Deus, que tem os meios para pôr as coisas novamente em seu lugar. Seria oportuno recordar que falar e discutir é necessário, mas não basta: quando se fala de salvar as almas, quando se pensa em como Deus fez a Igreja sair de outras crises que teve no curso dos séculos, vemos que o que se necessita é santidade, com a qual se rejuvenesce e cura a Igreja. Sem a graça, e ficando apenas no nível dos homens, já se perdeu desde o começo. Todos, portanto, como católicos, devemos fazer algo, avançando na graça, no amor de Deus e na caridade”.

Este discurso, que alguns órgãos de imprensa mal interpretaram como um boicote aos diálogos em curso (o que, ademais, seria totalmente incoerente, considerando os esforços por parte da FSSPX para obter este diálogos), é , na realidade, um discurso de abertura e confiança na intervenção sobrenatural para alcançar o resultado, inalcançável contando apenas com as forças humanas. Não há necessidade de ser semiólogo para saber que a frase “humanamente é impossível, mas Deus pode tornar as coisas possíveis” tem, evidentemente, um sentido exatamente oposto a dizer: “Deus pode tudo, mas humanamente é impossível”. Isto é, a ênfase está colocada sempre na adversativa (pensai na diferença entre “É um preguiçoso, mas um bom garoto” e “é um bom garoto, mas preguiçoso”).

Unamo-nos às orações pelo bom resultado destes diálogos, conhecendo, em particular, quanto ruído o campo progressista faz por seu fracasso.

Dignos de menção são também os conceitos que o bispo lefebvrista desenvolveu na homilia para explicar o valor da batina que os treze seminaristas usaram pela primeira vez, e, esperamos, in aeternum. Esta “batina toda negra” prega, disse:

“Recorda aos homens que sois discípulos de Jesus Cristo e é um sinal de que existe algo que ultrapassa a realidade dos homens: a fé, as realidade sobrenaturais. Sim, a batina fala e prega: diante dela, os homens reagem, talvez mal, mas com frequência positivamente afetados. A gente vê uma batina e vê um sacerdote. Hoje, esta imagem já não está na realidade, salvo entre os tradicionalistas e na publicidade (quando se trata de anunciar uma marca de spaghetti, se vê sacerdotes de batina, nunca de clergyman), mas precisamente porque sabem que, na alma dos cristãos, o sacerdote é o sacerdote de batina. E quando se pensa no sacerdote, se pensa em outro Jesus, em um homem que não é como os outros homens, que está separado do mundo. O preto da batina é o preto do luto, da morte ao mundo, da renúncia a ele. A batina é já sacrifício, não pelo prazer do sacrifício como fim em si mesmo, como um estóico ou um masoquista, mas para se pôr à disposição das almas. E se essa batina se comporta bem, é uma verdadeira chama; se se comporta mal, é imediatamente um escândalo que produz um imenso mal”.

Fonte: Messa in Latino, via La Buhardilla de Jerónimo.

Visto em: Fratres in Unum

Tempestades vaticanas. A Academia para a vida tem sua cabeça em risco


Sandro Magister,
http://Igreja..espresso.repubblica.it/artigo/1342048



Seu presidente, Monsenhor Fisichella não goza mais da confiança de uma parte dos membros. Tudo por causa de um artigo seu, aprovado pela Secretaria de Estado, no "L'Osservatore Romano". O requisitório do acadêmico Miquel Schooyans contra a falsa "compaixão" que justifica tudo.


ROMA, 8 de Fevereiro de 2010 – Dentro de poucos dias, de 11 a 13 de Fevereiro, se reunirá no Vaticano a Pontifícia Academia para a vida, cujo presidente é o Arcebispo Salvatore Fisichella (na foto).

A reunião se prenuncia tempestuosa. Alguns membros da Academia contestam que Fisichella seja o presidente adequado. Entre eles destaca-se Monsenhor Miquel Schooyans, belga, professor emérito da Universidade Católica de Louvain, considerado especialista em Antropologia, em filosofia política, em bioética. Ele é membro de três academias pontifícias: a das ciências sociais, a de São Tomás de Aquino e – exatamente – a para a vida. Papa Joseph Ratzinger o conhece e o aprecia. Em 1997, quando era Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Ratzinger escreveu o prefácio de um livro dele: "O Evangelho face à desordem mundial".

Em vista da reunião, Schooyans escreveu um duro requisitório contra a "ratoeira" na qual Fisichella também teria caído: o uso enganador do conceito de "compaixão".
O requisitório é reproduzido integralmente mais abaixo. Nele não aparece o nome de Fisichella. Há porém referências precisas a um artigo dele no "L'Osservatore Romano" sobre aborto, artigo que, quando saiu, provocou um autêntico desastre, e, por fim obrigou a Congregação Vaticana para a Doutrina da Fé a emitir um "Esclarecimento".

* * *

O artigo de Fisichella saiu em 15 de Março de 2009. E referia-se ao caso de uma muito jovem menina-mãe brasileira, a qual, em Recife, se fez abortar de dois gêmeos que trazia em seu seio.

Nos dias precedentes, o caso dessa menina tinha inflamado virulentas polêmicas, não só no Brasil, mas também em outros países e sobretudo na França.
Os jornais franceses tinham se lançado contra o "fanatismo" e a "dureza de coração" da Igreja, em particular contra o Arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho, que tinha condenado o duplo aborto. E se enfileiravam compactos em defesa da menina e daqueles que a tinham "salva" fazendo-a abortar.
As acusações à Igreja privada de "compaixão" eram muito ásperas e atingiam o próprio Papa Bento XVI, apenas saído dos ataques furiosos provocados contra ele pelo caso Williamson poucas semanas antes.
Lucetta Scaraffia, comentarista de ponta do "Osservatore Romano", estava naqueles dias em Paris e deu o alarme ao diretor do jornal vaticano, Giovanni Maria Vian.
Este, de acordo com seu editor, o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, confiou a Monsenhor Fisichella o encargo de escrever um artigo que aquietasse aqueles ataques à Igreja e ao Papa.
Fisichella o escreveu. Bertone o examinou e o aprovou palavra por palavra, sem fazê-lo controlar previamente pela Congregação para a Doutrina da Fé, como, de regra, se faz no Vaticano, para as tomadas de posição que tocam a doutrina.
Na tarde de 14 de Março o artigo saiu na primeira página do "Osservatore Romano", com a data do dia seguinte.
Nesse artigo, Fisichella escrevia que o caso da menina brasileira "ganhou as páginas dos jornais só porque o Arcebispo de Olinda e Recife se tinha apressado a declarar a excomunhão para os médicos que haviam ajudado a interromper a gravidez". Quando, ao contrário, ao invés de, "antes de pensar na excomunhão", "em primeiro lugar, a menina devia ter sido defendida, abraçada, acariciada" com aquela "humanidade da qual nós homens de Igreja deveríamos ser peritos anunciadores e mestres". Mas "assim não foi".
E prosseguia:

"Por causa da muito jovem idade e das condições precárias de saúde, a vida [da menina] estava em sério perigo pela gravidez em ato. Como agir nesses casos? Decisão árdua para o médico e para a própria lei moral. Escolhas como essas [...] se repetem quotidianamente [...] e a consciência do médico se acha sozinha consigo mesma no ato de ter que decidir o que é melhor fazer".

No final do artigo Fisichella se dirigia diretamente à menina: "Estamos a seu lado. [...] Outros são os que merecem a excomunhão e o nosso perdão, não aqueles todos que permitiram que você vivesse ".

O artigo suscitou imediatas reações com sinal contrário: de um lado os protestos dos defensores da vida de todo ser concebido, sem exceção, de outro o aplauso dos sustentadores da liberdade de aborto.
A arquidiocese de Olinda e Recife, tendo-se como pública e injustamente desautorizada pelo Vaticano, reagiu com uma nota publicada no seu site no dia seguinte, na qual acusava Fisichella de mostrar-se desinformado sobre os fatos e de por em dúvida a própria doutrina da Igreja sobre o aborto.
O Arcebispo Cardoso Sobrinho pediu às autoridades vaticanas de publicar no "L'Osservatore Romano" essa sua nota. Mas não obteve resposta.
Ao Arcebispo Cardoso Sobrinho exprimiram a sua solidariedade um grande número de Bispos do Brasil e de todo o mundo. Mas enquanto isso – perdurando o silêncio do Vaticano – em numerosos jornais de várias nações foi tomado credibilidade a tese de que a Igreja tinha aprovado o aborto "terapêutico": tese à qual pareceu dar apoio também uma declaração de 21 de Março do porta voz vaticano Padre Federico Lombarde, enquanto o Papa estava em viagem na África.
No dia 4 Abril o "Osservatore Romano" voltou vagamente ao assunto, mas sem dar nenhuma satisfação aos críticos do artigo de Fisichella. Antes, fez o oposto. Numa nota de crônica, o jornal vaticano citou uma declaração de uma famosa jornalista leiga, Lucia Annunziata, ex presidente da televisão italiana de Estado, que reconhecia à Igreja "uma transparência jamais vista" e motivava assim o seu cumprimento:

"Refiro-me à intervenção de Monsenhor Fisichella sobre o caso da menina brasileira publicado pelo 'Osservatore Romano'".

Para um bom número de membros da Pontifícia Academia para a Vida, a medida estava no cúmulo. Naquele mesmo 4 de Abril, 27 de seus membros, num total de 46, assinaram uma carta a seu presidente Fisichella, pedindo-lhe que retificasse as posições "erradas" expressas por ele no artigo.
No dia 21 de Abril Fisichella respondeu a eles por escrito, repelindo o pedido feito.
Nos primeiros dias de Maio, 21 dos signatários da carta precedente dirigiram-se então ao Cardeal William Levada, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, pedindo à Congregação um pronunciamento esclarecedor da doutrina da Igreja em matéria de aborto.
A carta foi entregue em 4 de Maio e a Congregação para a Doutrina da Fé a dirigiu ao Cardeal Bertone, visto que ele – foi explicado aos signatários – "o artigo de Fisichella fora escrito a pedido do Cardeal Secretário de Estado e fora aprovado somente por ele".
Mas não recebendo de Bertone nenhuma garantia de esclarecimento, alguns membros da Pontifícia Academia para a Vida decidiram por se dirigir diretamente ao Papa.
Christine de Marcellus Vollmer, venezuelana que vive nos Estados Unidos, presidente da Alliance for Familly e da Latin American Alliance for Family, e outros quatro membros da Academia encontraram por alguns minutos Bento XVI depois da Audiência Geral de uma Quarta Feira. A audiência lhes fora concedida graças aos bons ofícios do Cardeal Renato Martino.
Os cinco acadêmicos entregaram a Bento XVI um nutrido dossiê, com um grande número de artigos de imprensa que recitavam em coro que, graças ao artigo de Fisichella, a Igreja tinha definitivamente aberto as portas ao aborto "terapêutico".
Papa Joseph Ratzinger mostrou estupefato e amargurado. Murmurou: "Deve-se fazer alguma coisa... Far-se-à alguma coisa".
No dia 8 de Junho, Bento XVI discutiu o caso com o Cardeal Bertone e ordenou que se publica-se uma declaração que reconfirmasse como não mudada a doutrina da Igreja sobre o aborto.
Entrementes, a Arquidiocese de Olinda e Recife reenviou ao Vaticano um memorandum com o relato detalhado do que a Igreja local tinha feito e continuava a fazer para ajudar a menina e os seus familiares, assim como a tinha protegido até o fim assim como a seus dois filhos que tinha trazido em seu seio.
O memorandum terminava pedindo justiça para o Arcebispo Cardoso Sobrinho, na ausência da qual seria desencadeada uma denúncia canônica contra Fisichella.
Mas outras semanas se passaram e no Vaticano não se movia uma folha. Christine de Marcellus Vollmer e outros acadêmicos resolveram então a fazer um gesto de pressão extrema. Ameaçaram demitir-se coletivamente da Pontificia Academia para a Vida. Dia após dia as adesões iam aumentando. Chegaram a 17 quando finalmente, na tarde de 10 de Julho, no "L'Osservatore Romano" saiu o esperado "Esclarecimento" da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o artigo de Fisichella.
A nota, tornada pública sem nenhum relevo, não dizia que o artigo de Fisichella estava errado, ma somente que fora objeto de "manipulação e instrumentalização". Um expediente retórico que permitiu seja a Fisichella como a Bertone – ambos membros da Congregação para a Doutrina da Fé – de sair do caso com mínimo dano.
Mas o feio não passou, para o Arcebispo Presidente da Pontifícia Academia para a Vida. Nos próximos dias ele se achará frente a frente dos acadêmicos que pediram a sua cabeça. E que tornarão a pedi-la.


Para citar este texto: Magister, Sandro - - "Tempestades vaticanas. A Academia para a vida tem sua cabeça em risco"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=igreja&

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Feast of St. Andrew Corsini in Rome

Yesterday was not only the feast of St. Rabanus Maurus, but also that of St. Andrew Corsini, who interestingly is on the universal calendar in the usus antiquior, but not in the newer form. Each year for this occasion, a high-ranking member of the Roman Curia celebrates Mass in the chapel of the Lateran Archbasilica dedicated to St. Andrew. Yesterday's Mass was celebrated by the Cardinal Secretary of State. The Photo Service of the Osservatore Romano has some very nice photographs:













sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bispo Brasileiro Critica Marxismo na Juventude Católica


Será que os Bispos do Brasil estão acordando?


Um texto publicado no site da CNBB (para o espanto do Jorge Ferraz, meu e seu...) fala sobre certa ideologia "que louva certas revoluções, de viés claramente esquerdizantes."
O texto, de autoria de , Dom Aloísio Roque Oppermann, fala prioritariamente dessa ideologia sendo enfiada goela abaixo dos jovens.
Já perdi a conta de quantas mensagens já recebi aqui neste blogue que me acusam de parcialidade e preconceito para com as coisas objetivamente "esquerdizadas" que acontecem na Igreja do Brasil. Quantas críticas aos meus textos contra Campanha da Fraternidade e à PJ... realmente perdi a conta. Mas não se preocupem, não vou me fixar nisso.
Agora o discurso é proferido por outra pessoa, um bispo. É claro que a crítica não é tão insistente, nem menciona com força o nome da PJ mas...

"Recebo uma revista católica, que leio religiosamente. Destina-se aos Jovens. É escrita por uma equipe de pessoas de bom nível intelectual e didático. Mas lá no fundo, a linha de pensamento me deixa preocupado. Entre outras coisas, mensalmente sai um artigo que louva certas revoluções, de viés claramente esquerdizantes. É um estímulo aos jovens, para canalizar suas energias, de modo bem suave, para o socialismo"


Não é de hoje, e isso eu digo desde sempre, que os jovens estão sendo doutrinados segundo essa linha esclerosada, arcaica e morta de ideologia. Qualquer pessoa, com um mínimo de coerência, saberá reconhecer que, em qualquer folheto destinado às Pastorais da Juventude, estará de estampado forma clara e descarada o marxismo pavoroso.
O universo de publicações negativas é muito maior que o citado pelo bispo em questão. Revistas "católicas", folhetos de campanhas "católicas", todo tipo de subsídio para jovens "católicos", enfim, tudo que é produzido oficialmente pelos organismos da CNBB (não sejamos tolos, vamos dar o nome do patrão para não bater só no empregado...) é o mais puro marxismo tosco.
O outro mundo possível, a tal da civilização do amor e da justiça que frequentemente lemos nesses materiais é "o que menos interessa. O que se busca é uma nova ordem social, evidentemente socialista".
Dom Oppermann está certíssimo em criticar. Penso que ele corre o risco de se tornar "divisivo" ou "impopular". Grande coisa...
Mas será que os jovens que, com freqüência medonha, param aqui para me criticar farão o mesmo com Dom Oppermann? OK! Forcei a barra...
O que me interessa é saber se os bispos do Brasil, ou pelo menos alguns poucos, estão despertando da longa hibernação sobre o marxismo? The dream is over?
Se Dom Oppermann tivesse redigido este texto na década de 90, bom, primeiro ele jamais seria publicado no site da CNBB, segundo, o bispo seria massacrado publicamente pelos confrades no episcopado. Vemos como as coisas estão (LENTAMENTE) mudando. Já é possível ver um bispo crítico da caminhada desastrosa da Igreja Brasileira.

Fonte: Igreja Una

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Vésperas da Festa da Apresentação _ 02-02-10

Algumas fotografias rápida do vésperas papal celebrada a Festa da Apresentação do Senhor, esta noite, em Roma, na Basílica de São Pedro, com os membros dos Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de vida apostólica, em conjunto com o "Dia da Vida Consagrada ".












(Todas as fotos, exceto a "captura de tela CTV", são cortesia da Daylife.)

Fonte: NLM

Cardeal Franc Rodé revela novos documentos para impulsionar a vida espiritual e frear “fantasias litúrgicas” entre os religiosos

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Cidade do Vaticano, 2 de fevereiro (Notimex) – O prefeito da Congregação para a Vida Consagrada do Vaticano, Franc Rodé, expressou hoje sua preocupação pela falta de oração nos conventos e pela queda no número de religiosos católicos no mundo.

O Cardeal reconheceu que o hábito de rezar entre os consagrados “apresenta hoje dificuldades” e por isso a Sé Apostólica apresentou um documento para impulsionar a vida espiritual, além de formar religiosos mais competentes em matéria litúrgica.


Em declarações à Rádio Vaticana, Rodé explicou que a intenção com este documento é frear as “fantasias litúrgicas” que “nem sempre são de bom gosto” e “não correspondem ao desejo ou vontade da Igreja, assim como ao espírito mesmo da liturgia”.

“Hoje, num mundo tão agitado como o nosso, a oração se torna certamente mais difícil. Devemos enfatizar a absoluta necessidade da oração na vida espiritual de um consagrado e de uma consagrada”, indicou.

O documento é examinado pela Congregação para o Clero em conjunto com a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

“Por um lado, existe uma certa ignorância, uma certa falta de conhecimento e de formação litúrgica em jovens religiosos e religiosas. Certos corretivos aparecem, portanto, como necessários”, apontou Rodé.

Segundo o Cardeal, está prevista a publicação de outro documento para atender a “queda enorme” no número de religiosos que afeta, sobretudo, as congregações de irmãos (como os lazaristas ou franciscanos) que, nos últimos anos, sofreram “grandes dificuldades”.

Ele considerou que um dos motivos da queda no número de vocações se deve a uma “certa falta de atenção” por parte da Igreja Católica à figura do cristão consagrado, que é um religioso celibatário sem ostentar o nível de sacerdote.

“Um irmão leigo não é, como se pensa e como o povo crê, alguém que não pôde, ou não quis, ou não podia por alguma razão, ser sacerdote. Trata-se de uma vocação que tem uma lógica em si mesma, que tem uma missão particular na Igreja”, apontou.

Fonte: Secretum Meum Mihi